Brasil Crítico

"A Análise dos Fatos formando Opinião"

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Após uma acachapante derrota no plenário da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha teve o seu mandato cassado.Foram 335 dias de processo, para que, ao final, 450 parlamentares votassem a favor do relatório que pedia a punição do então deputado, contra 10 que se opunham a ele. Alvo das mais duras críticas já vistas em plenário, Cunha se manteve firme, com a mesma postura de superioridade que sempre o caracterizou. Triste fim, para alguém que já ditou regras e mandou com mão de ferro, impondo terror a seus opositores. Resta saber o que será divulgado em seu livro, já anunciado, quem será alvo de sua fúria e, principalmente, se aqueles que o abandonaram resistirão ao que certamente virá pela frente:chumbo grosso. Tremem as bases do Planalto.

A partir de hoje, o site Brasil Crítico disponibiliza acesso fácil a serviços eletrônicos prestados por tribunais de várias partes do país.

Com esses serviços concentrados em um só lugar, torna-se muito mais fácil realizar pesquisas e obter documentos por meio eletrônico.

Além de informação de qualidade, o site Brasil Crítico oferece este serviço de utilidade pública, que será implementado com mais órgãos de interesse da sociedade.

Basta clicar no link “Serviços Eletrônicos dos Tribunais” , situado no lado direito da tela, em “Notícias Jurídicas”.

Diante da conjuntura política e econômica do país, muito se tem falado acerca da participação da Maçonaria na solução dos problemas nacionais, considerado o passado de ações em prol da cidadania e dos direitos humanos que essa Instituição possui.

Nas redes sociais vê-se uma enxurrada de manifestações contra o status quo, algumas raivosas até, publicadas por pessoas que se identificam como maçons e, em alguns casos, que o são.

Cabe ressaltar e esclarecer que, em nenhum momento histórico de nosso país, a Maçonaria se envolveu institucionalmente.

Seja na Independência, na Abolição da Escravatura ou na Proclamação da República, a Instituição Maçonaria jamais atuou. Foram os maçons, imbuídos de espírito público, norteados pelos nobres ideais e princípios que aprenderam a cultuar e a desenvolver em seus templos, que atuaram em conjunto com a sociedade.

E assim ocorreu mundo afora, pois sempre houve o entendimento de que a Instituição Maçonaria, representada por suas Potências e Obediências, têm outra missão, que não a interferência institucional em assuntos de Estado. Sua missão é muito mais difícil: formar homens capazes de pensar a sociedade e o mundo que o cercam e de serem agentes de transformação social, sempre em parceria com a população, sem qualquer espírito de segregação ou elitização, afinal, é dela que são pinçados os maçons.

Não raro, vimos nas redes sociais movimentos usando símbolos maçônicos como o esquadro e o compasso, escrevendo ou vociferando palavras de ordem em vídeos, mormente incitando o ódio a este ou aquele. Lamentável.

O maçom, ao menos no Estado de São Paulo, seja de qualquer uma das três potências existentes, GOSP, GOP ou GLESP, manifesta-se com coragem, racionalidade e equilíbrio, nunca dispondo dos valores que aprendeu a cultuar em seu constante trabalho de aprimoramento pessoal.

Ressalte-se que não existe nestas linhas a pretensão de arvorar quem quer que seja como representante do pensamento ou conduta maçônicos. Absolutamente.

Trata-se, porém, de falar e de interagir com a população e a imprensa de modo que estes possam aferir o que realmente pode ser considerado maçônico, tendo em mente, como já dito, que uma participação institucional é praticamente inexistente.

Os maçons, enquanto membros da sociedade, agem em todos os segmentos e setores da atividade política, econômica e social do país. Não precisam estampar no peito seus símbolos, pois eles estão entronizados em suas almas na forma de valores como o patriotismo, retidão de conduta, amor à família e respeito ao próximo.

Seja nos conselhos municipais e estaduais, no exercício de cargos públicos, ou mesmo como cidadãos conscientes, os maçons estão mobilizados para atuar em prol de uma reforma ética no país.

Precisamos mudar conceitos, ser mais exigentes quanto à qualidade da gestão no poder público e, principalmente, quanto aqueles que ocupam ou desejam ocupar cargos por meio do voto.

Observe-se que este não é um anseio exclusivo dos maçons. É uma exigência da sociedade, que precisa ser levada à frente por todos.

Em vários municípios observa-se a criação de grupos, por maçons, como centros de fomento de idéias e de ações para a sociedade, buscando na união a força para interagir com a população e entidades da sociedade civil organizada com o fim de extirpar mazelas da gestão pública, seja municipal, estadual ou federal.

São posturas como essa que valorizam o maçom e mostram que a sociedade poderá sempre contar com ele. É uma demonstração de que não apenas o discurso basta: é fundamental que tenhamos a prática, livre de preconceitos, agregadora e efetiva, destinada ao bem comum.

Somente com este espírito de transformação social, típico dos maçons, toda a sociedade poderá reformar a política nacional e dar a si mesma mais uma chance de sucesso.

No dia 20 de agosto, data em que se comemora no Brasil o “Dia do Maçom”, que todos os maçons reflitam sobre a sua responsabilidade social, unindo-se e atuando dentro da sociedade, de mãos dadas com o povo, pois, honrosamente, dele fazemos parte.

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