Brasil Crítico

"A Análise dos Fatos formando Opinião"

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Recentemente aprovado na Câmara dos Deputados, o Projeto de Lei nº4850/2016, também chamado de pacote anticorrupção, já está pronto para ser enviado ao Senado Federal. Segue abaixo o link de acesso ao texto:

Plnº4850/2016 – Pacote anticorrupção

 

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É possível de acontecer mas, ainda assim, impossível crer que tenha ocorrido, sobretudo com um grupo de jovens atletas, cheios de vida e esperanças, ansiosos pela luta desportiva que viria, e da qual poderia surgir um título inédito para a equipe.

Quando as notícias começaram a surgir sobre a queda do avião que transportava 81 passageiros, dentre os quais a delegação da Chapecoense, equipe catarinense de futebol, um dos dias mais tristes da história do esporte se anunciava.

Em meio às especulações sobre eventuais sobreviventes, apenas uma certeza havia: a de que raríssimos seriam aqueles a sobreviver a um desastre dessa natureza. Até o momento, 18:58 hs , apenas cinco ou seis ocupantes do vôo estariam vivos, conforme divulgado pela imprensa.

As autoridades já começaram a debater sobre as razões que levaram à queda da aeronave, mas já existem indícios de que a falta de combustível causou o acidente. Um avião que também teria que pousar em Medelin/Colômbia, solicitou prioridade para pousar, o que gerou demora na aterrissagem das demais aeronaves, dentre as quais a que carregava nossos atletas. Como o avião não possuía grande autonomia de vôo, cogita-se, além da hipótese já aventada de pane elétrica, que tenha faltado combustível.

Suposições à parte, restou ao Brasil e ao mundo o assombro e a dor pela tragédia. Filhos, pais, e futuros pais morreram com a inocência das flores, que nascem, embelezam o mundo e morrem simplesmente porque o seu tempo chegou e sua missão na terra foi cumprida. Nada fizeram para que o triste evento ocorresse; nenhuma contribuição deram para isso. Apenas foram alvo do destino, este sim, implacável e egoísta por levar ao Criador tantas almas de uma só vez, sem chance de envelhecimento ou outras vicissitudes da vida.

Como é costume para a humanidade, nos unimos diante da dor. Não há nada que una ou solidarize mais os homens do que o sofrimento, a tristeza e a dor coletiva. É verdade. Poucas vezes se vê tantas manifestações mundo afora, como tem ocorrido no transcorrer deste dia. Tabus são quebrados, vaidades alijadas, o desprendimento invade corações, tudo pela comoção, pela perda!

É muito triste que apenas em momentos dessa natureza muitos de nós recobrem a sua condição humana, com sensibilidade pelo sofrimento do outro, talvez porque, em regra, só nessas horas enxergamos no próximo que abruptamente se vai, e nos seus entes queridos, nossos maiores medos e agonias!

O mundo parou, por alguns momentos que seja, para se entristecer, lamentar e chorar pela Chape! Forçosamente, relembramos um pouco da nossa humanidade.

 

Fidel

A morte do ex-presidente Fidel Castro dá início ao julgamento histórico de uma das mais controvertidas personagens do século XX.

Líder revolucionário, amante de longos discursos e implacável combatente do “império”, Fidel foi o responsável pelo sucesso dos sistemas de saúde e educacional cubanos, admirados até por adversários.

Como ditador, foi cruel com seus opositores, condenando-os sumariamente à morte, em nome da Revolução Cubana.

Deixa como marca a resistência por mais de meio século face o embargo econômico dos EUA, e sua inabalável crença no comunismo.

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